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30 dezembro 2011

nilton, ODEIO VOCÊ




Nilton continua com a sua rubrica diária de humor particular que só ele e a Sandra Felgueiras acham piada...
Faço votos para o ano 2012... que o Nilton emigre definitivamente!


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29 dezembro 2011

27 dezembro 2011

Mozart, "Papagena / Papageno!"



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Mozart, Flauta Mágica
Detlef Roth and Gaële Le Roi perform the Papagena/Papageno duet from "Die Zauberflöte."



25 dezembro 2011

Passos Coelho, "all we like sheep"

Na mensagem natalícia Passos Coelho prometeu, prometeu, em jeito de "conversas em família" e não me lembro de nada significativo. Estaria distraído com a música de George Frideric Handel's 'The Messiah' the chorus "All we like Sheep have gone astray"?!...



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Rita Barreira

Rita Barreira retratada por Inês Barreira. Natal, 2011


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20 dezembro 2011

Zander Olsen

Zander Olsen, Untitled (Cader) 2008.


"Esta é uma série de fotografias construídas na floresta. Estas obras, realizadas em Surrey, Hampshire e País de Gales, envolveram intervenções “site specific” na paisagem, embrulhando árvores com material branco para construir uma relação visual entre a árvore, não a árvore e a linha do horizonte de acordo com o ponto de vista da câmara."

Consulta: Zander Olsen

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19 dezembro 2011

Querido Líder


"O líder norte-coreano Kim Jong-il morreu este sábado durante uma viagem de comboio por “fadiga física” e por “dedicação da sua vida ao povo”, anunciou a televisão estatal KCTV pela voz de uma apresentadora em lágrimas vestida preto." (Fonte: Público)


...vamos acreditar nas lágrimas derramadas pela apresentadora da KCTV porta-voz do sentimento do povo Coreano.
 
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17 dezembro 2011

Sequestraram “o número da bola”!

Vidago_0007 by Luis Barreira
Vidago
Vidago, a photo by Luis Barreira on Flickr.

Na mercearia do Sr. Castelo vendia-se de tudo um pouco. Uma série de portas de entrada deixavam descortinar um balcão corrido, de madeira, polido pelo tempo e pelas longas conversas dos clientes. Numa das extremidades, uma vitrina ao nível da estrada e do passeio, sempre ocupada por um pachorrento e ronceiro gato, deixava antever, por detrás de uma cortina, um pequeno escritório, uma gaveta registadora, onde um ténue candeeiro recortava o perfil do gestor do acanhado comércio: o senhor Castelo. O Castelo era o típico merceeiro tradicional, de lápis aguçado atrás da orelha, mangas-de-alpaca e pança proeminente deixando, por vezes, a fralda da camisa fora das calças de carcela mal abotoada. Era uma pessoa rezingona, de arrufos, mas sem ser mal-educado. O Sr. Castelo reconhecia-se, antes de tudo, pela delicadeza das mãos toscas de tanto acarretar batatas, de mexer em cebolas, de cortar bacalhaus ou de manusear, quer o amónio, quer o Ratax E 605 forte. Reformado da Marinha, tinha montado um negócio próspero reconhecido até onde o relógio da torre da freguesia se fazia sentir (conhecido pelo o castelo). Era casado e tinha um filho, que deu continuidade ao negócio após a sua morte: foi encontrado já defunto debruçado no seu escritório, rodeado da escrita, com as cortinas entreabertas, prostrado na direcção da estrada. O seu filho, casado, mas sem descendentes, de trato mais fino, manteve o mesmo espírito da mercearia, acolheu na sua loja alguns empregados, jovens aprendizes, com um logro soldo, como se fosse extensão da escola para a vida. Vim a saber que alguns anos mais tarde, quis o destino e a ganância de um empregado, que o Castelo, filho, fosse brutalmente assassinado, no mesmo local da morte do pai.
O castelo encontrava-se abaixo do nível do passeio devido a uma nova pavimentação – em paralelepípedos - da estrada nacional, que se tornara a rua principal de Vidago. Ir à estrada era sinónimo de centro comercial. Por este motivo, os clientes, transeuntes que jornadeavam, ao depararem-se com uma perspectiva superior do castelo, descobriam todas as novidades penduradas por guitas ao tecto do estabelecimento. Partilhando esse espaço anárquico poderíamos encontrar os mais diversos artigos: os potes, as panelas, as sertãs e os respectivos testos juntos com os novelos de ráfia e a palha d'aço; as cruzetas, os esfregões de piaçaba misturados com algumas alfaias agrícolas (sacholas, enxadas, foices, seitoiras e os devidos cabos); os rolos de papel higiénico, os cabos de cebolas e os cabos de alhos, assim como, as ratoeiras e as fitas helicoidais, para matar as moscas, faziam todos parte daquele universo. Em épocas festivas, penduravam uma “banda de porco” que era cortado consoante as necessidades dos fregueses. Os peixes de bacalhau (seco) e as canastras de polvo juntamente com as pencas eram colocados à porta. Puro marketing?!
Numa altura em que a maior parte das pessoas se alimentava com pouco mais do que um cibo de pão a quantidade dos víveres dependiam da vontade da bolsa de cada cliente e os produtos eram vendidos à grama e ao quartilho. Os vícios eram contados à unidade. Eram poucos os maços de tabaco 20 20 20 (três vintes) que se vendiam por completo. As folhas de jornais usados, espetadas num prego, eram reutilizadas para fazer os embrulhos das freguesas que saíam do castelo sempre satisfeitas, enroladas de boas notícias. O papel grosso costaneiro era destinado a encomendas de alguma monta e envergadura. O bacalhau cortado às postas por um facalhão, preso ao balcão, em forma de guilhotina, que tudo cortava, era embrulhado nesse pesado papel. Neste esforço de reabilitar as memórias de infância creio ter visto este mesmo facalhão cortar sabão rosa. Ou seria sabão azul? Talvez não! O Castelo não misturava o sabão azul com o rosa!...
Percorrendo as “ameias” daquela muralha que o balcão constituía para os miúdos da minha idade deparávamo-nos, no seu centro, com uma balança desnivelada alguns gramas, ao lado da qual se amontoavam os pesos, desde o grama ao quilo passando pelos seus múltiplos. Estes pesos nem sempre aparentavam um bom estado físico, muitos dos contrapesos de chumbo encontravam-se separados do peso original apresentando uma notória deterioração fazendo com que o rendimento do Sr. Castelo fosse melhor ao fim de alguns (muitos) quilogramas vendidos.
Alguns víveres (açúcar, grão, arroz, feijão, milho, tremoço) eram retirados com um corredor comum a todos os sacos e contentores de madeira para uns cartuchos de papel grosso com riscas azuis que numa pesagem rápida os colocava na balança sem que o fiel se estabilizasse. O Castelo abafava sempre uns pequenos gramas sem que os fiéis fregueses suspeitassem. Todos os tostões eram contados. À sua beira um rol, demasiado lambido pelo contínuo manusear registava as vendas a fiado de todos os seus clientes.
Tudo aquilo tinha uma forma peculiar de apresentação que não me sai da memória. Contudo, era “o número da bola” que me fazia ir ao castelo
Pertenço àquela miudalha que tinha como primeiro desejo ter uma bola de cauchu. A minha avó Felisbela, minha professora, para me convencer a mudar de escola, para Vidago, no final da segunda classe, disse-me que o (novo) professor Etienne tinha uma bola de cauchu. Ao mesmo tempo que me angustiava a ideia de perder a protecção da avó, pinchava de alegria ao pensar na possibilidade de poder pontapear tal esférico.
Ter uma bola era sinónimo de jogar sempre; ter uma bola de cauchu era significado de ter muitos amigos. O dono da bola jogava sempre e era ele que escolhia a equipa em primeiro lugar. As nossas brincadeiras passavam inevitavelmente por jogar futebol. Eu era um “exímio futebolista”, e no castelo havia sempre uma bola de cauchu, fora de um escaparate, bem visível, tão visível, no centro de uma rifa rodeada de outros prémios – canivetes, tesouras, baralhos de cartas, saca-rolhas, aguçadeiras, lápis, chocolates, etc. Não havia dia nenhum que não nos prostrássemos junto às “ameias” do castelo a mirar aquele “sonho esférico”. Uma lata cheia de rebuçados açucarados (intragáveis) envolvidos em desejáveis “jogadores de futebol”. Estes “jogadores” faziam parte de uma colecção que colados numa caderneta, devidamente preenchida e completa, nos habilitavam à famosa bola de cauchu. Todos os prémios, assim como a caderneta, eram obtidos através de uma senha premiada contida num rebuçado. O seu aspecto mais volumoso era presságio de fortuna. Radiografávamos, num breve olhar, os rebuçados comprados, desembrulhando em primeiro lugar os mais volumosos na expectativa de sermos bafejados pela sorte. Porém, nem sempre os mais gordos continham o prémio - a senha. A duplicação de “jogadores” no mesmo rebuçado era prática corrente levando ao engodo as pobres criancinhas. Comprávamos e trocávamos muitos “jogadores” e quando não tínhamos dinheiro para comprar mais, jogávamos ao abafa para tentar aumentar a nossa colecção.
Contudo, havia sempre um “jogador” raro, tão raro que só havia um em toda a lata: era o número da bola. E esse “jogador” estava sempre colado no fundo da lata…
E quando o fundo da lata estava quase ao nosso alcance, a um pouco mais do que uns tostões, havia sempre alguém desconhecido a perpetrar um assalto ao castelo fazendo refém “o número da bola”.

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À minha beira                 (junto a mim)
Abafar                           (roubar)
Aguçadeira                     (Afia-lápis)
Aguçar                          (afiar)
Guita                            (cordel, baraço, fio)
Carcela                         (Braguilha)
Cauchu                          (couro ordinário)
Cibo                              (Bocado de alimento)
Corredor                        (pá de cobre ou de madeira)
Cruzetas                        (cabides)
Japoneira                       (cameleira)
Jogar ao abafa                (colocávamos dois ou mais jogadores voltados para baixo e numa palmada tentávamos que eles se voltassem)
Miudalha                        (criançada, miudeza)
Penca                            (couve penca)
Pinchar                          (saltar)
Sertã                            (frigideira)
Testo                            (tampa)
Nota: estória publicada na Revista mn

16 dezembro 2011

15 dezembro 2011

Segredos do nosso cérebro!...




Sguedno um etsduo da Uinvesriadde de Cmabgirde, a oderm das lertas nas pavralas não tem ipmortnacia qsuae nnhuema. O que ipmrtoa é que a prmiiera e a utlima lreta etsajem no lcoal cetro. De rseto, pdoe ler tduo sem gardnes dfiilcuddaes... Itso é prouqe o crebéro lê as pavralas cmoo um tdoo e não lreta por lerta.
È msemo veadrde!




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14 dezembro 2011

Cristina Esteves, não havia necessidade...



Nilton acha-se engraçado. Nilton pavoneia-se agora na RTP Informação alardeando umas graçolas que só ele acha piada. Nilton debita as suas rábulas, com IVA a taxa reduzida, transformando-se numa personagem narcisista. Não há bonomia para assistir a gracejos sem valor acrescentado. Não há pachorra para ouvir este moço. Nem mesmo a Cristina Esteves esboça um sorriso convincente. E para parafrasear uma personagem com outro humor diria: ó Cristina não havia necessidade

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13 dezembro 2011

Calendário 2012 da Pirelli

Edita Vilkeviciute, Pirelli 2012
A Pirelli já nos habituou a grandes produções fotográficas. Em 2012 foi convidado o fotógrafo Mario Sorrenti e o trabalho é merecedor de destaque.
Kate Moss, Isabeli Fontana, Margareth Madè, Natasha Poly e Edita Vilkeviciute foram algumas das modelos escolhidas para o calendário mais famoso do mundo.
Sorrenti escolheu a ilha da Córsega e a sua paisagem para retratar as musas do Calendário Pirelli 2012.


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12 dezembro 2011

Olhos nos olhos

Olhos nos olhos, Judite de Sousa, António Barreto e Medina Carreira


“Judite Sousa e Henrique Medina Carreira convidam António Barreto para mais um "Olhos nos Olhos". A crise social e a democracia é o tema escolhido”.
Uma espécie de “The Muppet Show” da vida política portuguesa. Com tais protagonistas a audiência está garantida. O escárnio e a maledicência, nesta versão intelectual, outorgam a fealdade a Programas que não acrescentam nada a não ser a flagelação desejada à ascese colectiva.
Estamos fartos…
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Passos não gosta da "classe média".


Consultas mais caras.
Com o aumento das taxas moderadoras nos Hospitais e Centros de Saúde, Passos dá mais um passo no caminho do empobrecimento, sobretudo, de uma anoréctica "classe média". Sabíamos, por sua voz, que todos os males deste país se situavam na obesidade encontrada no Estado. O que não sabíamos era que a doença detectada se encontrava nos anorécticos utentes do SNS.
Passos não gosta da "classe média". Não gosta mesmo nada daqueles que o sustentam ou que o sustentaram.
Passos Coelho avisa "que ainda há margem para mais aumentos das taxas no futuro".

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11 dezembro 2011

10 dezembro 2011

Leo Delibes - Lakmé


Lakmé (1883)



Uma Ópera (Lakmé) sublime de Leo delibes...

Léo Delibes (21 de fevereiro de 1836 - 16 de janeiro de 1891) foi um compositor francês do século XIX que compôs várias obras musicais, entre elas, a ópera Lakmé, cuja ária mais conhecida é o Dueto das Flores . in Wikipedia



Leo Delibes, 1836-1891


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09 dezembro 2011

HABEMUS EURO



Após a última cimeira da União Europeia e depois de longas horas saiu fumo branco: Habemus Euro. Respiramos de alívio. Porém, as previsões do Eurostat para a EU é de fraco crescimento. E Prémio Nobel da economia disse:
“More austerity, more posing of the crisis, wrongly, as being all about fiscal deficits; no mechanism for ECB funding. Somehow southern Europe is supposed to deflate its way to prosperity, while everyone runs a trade surplus, presumably against that potentially habitable planet we’ve discovered 600 light-years away.”
Não lhe fica bem a Paul Krugman usar tamanha hipérbole: mas não deixa de ter razão.

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UK votada ao ostracismo?!



Charles de Gaulle já havia vetado a entrada da Inglaterra na União Europeia, por duas vezes. E tinha razão...





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08 dezembro 2011

La Cenerentola



A Cinderela, ou a Bondade em Triunfo é uma Ópera Buffa (cómica) em dois actos. Estreou no Teatro Valle em Roma, 1817.


A história é baseada no conto de fadas Cinderela, do escritor francês Charles Perrault.



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Gioachino Rossini, 1820













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Um país a ficar cada vez mais distante.

A24 liga Beira Alta a Trás-os-Montes

Um país a ficar cada vez mais distante.
De Lisboa a Vidago (Chaves) pela A1 e A24 vai custar 6.000,00 Escudos.


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Sócrates, o estudante.

José Sócrates, o estudante (cognome).

José Sócrates disse em Paris que "para pequenos países como Portugal e Espanha, pagar a dívida é uma ideia de criança". E acrescentou: "foi isso que eu estudei durante um tempo" em economia...

Aonde foi? Na Universidade Independente que o seu Ministro mandou fechar?


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Fonte: HenriCartoon

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07 dezembro 2011

Ricardo Salgado acusa!...




Ricardo Salgado já defendeu as grandes obras estratégicas para Portugal como o TGV, as auto-estradas, o novo aeroporto de Lisboa e, agora, o seu contrário. Este ilustre banqueiro já defendeu as “Agências de Notação Financeiras” e a virtude dos “mercados” e, agora, a sua diabolização…

Bolas, Ricardo define-te… nós sabemos que o dinheiro não tem “cor política” mas se houvesse um “rating” para os banqueiros diríamos que a notação B+ quase LIXO se aplicaria com propriedade.


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Obesidade mórbida

no comment

Obesidade Mórbida, ou como Passos sabia aonde estava parte das GORDURAS do Estado português...

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06 dezembro 2011

Malmequer



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Bem me quer…
Mal me quer…
Bem me quer…
Mal…
me quer, o meu Bem
malmequer.
Porque é que o meu Bem me quer
o malmequer?
Quer bem…
Mal
me quer.
Se o meu Bem me quer mal
Quer-me-á bem o malmequer...

(De La B, 1983)


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05 dezembro 2011

Crise do €uro



Europa navega sem rumo. A última cimeira de Merkel e Sarkozy é a mais cabal demonstração do egoísmo regional e da falta de ideias políticas para defender o Euro e a União Europeia. Assim, com estes timoneiros estamos predestinados a naufragar mantendo indiferentemente a banda a tocar.
Merkel e Sarkozy ainda não entenderam que estamos no mesmo barco – chamado União Europeia - e que ao pequeno rombo no casco nem os passageiros no convés se salvam.
“Merkozy” defendem que para salvar o euro devem os orçamentos dos países serem controlados pela EU (sancionando os prevaricadores) e não devem ser deficitários, caso contrário serão lançados borda fora. Do ponto de vista franco-alemão é compreensível, ou melhor, de uma certa política egocêntrica sugando as parcas economias periféricas parece evidente. O que não é claro é o silêncio dos “vassalos europeus” com economias desiguais não erguerem a voz em favor de uma maior integração apontando um caminho comum: uma partilha económica, fiscal e social.
Como podem os portugueses, num mercado globalizado, com uma moeda forte (euro), serem competitivos?
Como é possível o desbulhe da parca economia que nos resta, por imposição dos nossos credores?
Como é possível haver paraísos fiscais no seio da União Europeia?
Como é possível a uma economia anémica obter crédito a juros mais altos do que os parceiros europeus?
Em suma, não é possível a economia de um país da União Europeia assentar em pressupostos desiguais. E muito menos termos como desiderato os salários terceiro-mundistas, ou em sistemas de segurança social “asiáticos”, para sermos competitivos.
Ou estaremos nós condenados, como o proclamado por Passos Coelho, a empobrecer forçosamente?
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03 dezembro 2011

Western Wall, Jerusalem

Fonte: National Geographic


Photograph by Johannes Osterman


This Month in Photo of the Day: 2011 National Geographic Photo Contest Images
Every Sabbath, the ultra-Orthodox Jews gather at the Western Wall to pray. The wall is the only remnant of the Holy Temple and has become a place for pilgrimage within Judaism.

(This photo and caption were submitted to the 2011 National Geographic Photo Contest.)


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02 dezembro 2011

Europa caminha para... o abismo?

Fonte: Público


O reeditado Sacro Império Romano, agora partilhado por Sarkozy e Merkel, sente a necessidade de mudar os tratados europeus no sentido de exigirem maior disciplina orçamental. Os restantes líderes europeus parecem pouco afoitos e pouco serenos, assistindo num “zapping” constante à agonia da moeda única, euro, e ao sonho de uma Comunidade que tinha como objectivo principal a solidariedade entre os estados.
Os egoísmos nacionais, sob as actuais lideranças, sobrepõem-se ao interesse colectivo europeu. Uma maior disciplina orçamental é necessária, porém, se não for acompanhada por um Governo Federal (com poderes fiscais, sociais e de uma harmonização económica) a moeda única não responde aos interesses das díspares economias que integram a União Europeia.
Gostaria de ver Passos oscular Papademos confidenciando-lhe ao ouvido que assim vamos ver-nos gregos.


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01 dezembro 2011

1 de Dezembro

1 de Dezembro
Neste dia proponho que se acabe com a "restauração". E todos os similares. Acabemos com as estrelas na lapela e todas as outorgas.
Qualifiquemo-las pela importância turística nacional: Casa de pasto, Taverna, Tasca, Bodega, Baiuca, Futrica.



Não mais FERIADOS no dia da "restauração"


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30 novembro 2011

Vidago, 2011

Vidago, 2011 by Luis Barreira
Vidago, 2011, a photo by Luis Barreira on Flickr.

Estas árvores ocupam sempre um lugar de destaque na vida de muitos de nós...


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29 novembro 2011

Portishead, Glory Box




Give me a reason... to (don't) love you

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"Portishead é uma banda britânica de trip hop formada no ano de 1991 em Bristol, Inglaterra. Ela foi formada quando, numa fila de desempregados, Geoff Barrow encontrou Beth Gibbons (vocalista)". in wikipedia

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28 novembro 2011

25 novembro 2011

Diploma de Albert Einstein


Diploma de Albert Einstein



Nem todos os grandes cérebros se podem orgulhar do seu passado académico... mas, nem todos os bons alunos se podem envaidecer de serem grandes cérebros.
Fica aqui o documento incentivador para todos aqueles com desejo de ser.


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Marina Abramović


Marina Abramović, 30 de novembro de 1946, é uma artista nascida em Belgrado. A artista apelidada de “a avó da arte performativa” começou sua carreira na década de 1970. Activa por mais de três décadas, o trabalho da Abramović explora a relação entre a artista e o público, os limites do corpo e as possibilidades da mente.






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A arte de Marina Abramović...





24 novembro 2011

GREVE GERAL, passo a passo


Passos afirma que "Portugal tem de dar um passo para trás para dar, depois... (lá para 2015?), dois passos para a frente". O Ministro das Finanças quantifica: um passo colossal para trás, dois pequenos passos para a frente, sabe-se lá quando...
Neste dia de GREVE GERAL, limitada à Função Pública e ou às empresas do Estado, Vítor Gaspar pode dar mais um passo: se os funcionários públicos ainda podem despender de um dia de salário ainda temos margem de manobra para dar um passo maior.

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23 novembro 2011

Jardim teima em fazer floreados



Na democracia da Madeira (das ilhas / as mais belas / e livres) um deputado vale por vinte e cinco.
A ser assim, a Assembleia Regional deveria ter somente dois deputados, um do partido do governo e outro da oposição. Poupava-se muito dinheiro para os festejos do ano novo...
Um país em contenção orçamental irá assistir ao esfalfar de muitos milhões de euros em fogo-de-artifício num Jardim que teima em fazer floreados.


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