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29 novembro 2011

Portishead, Glory Box




Give me a reason... to (don't) love you

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"Portishead é uma banda britânica de trip hop formada no ano de 1991 em Bristol, Inglaterra. Ela foi formada quando, numa fila de desempregados, Geoff Barrow encontrou Beth Gibbons (vocalista)". in wikipedia

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25 novembro 2011

Diploma de Albert Einstein


Diploma de Albert Einstein



Nem todos os grandes cérebros se podem orgulhar do seu passado académico... mas, nem todos os bons alunos se podem envaidecer de serem grandes cérebros.
Fica aqui o documento incentivador para todos aqueles com desejo de ser.


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Marina Abramović


Marina Abramović, 30 de novembro de 1946, é uma artista nascida em Belgrado. A artista apelidada de “a avó da arte performativa” começou sua carreira na década de 1970. Activa por mais de três décadas, o trabalho da Abramović explora a relação entre a artista e o público, os limites do corpo e as possibilidades da mente.






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A arte de Marina Abramović...





24 novembro 2011

GREVE GERAL, passo a passo


Passos afirma que "Portugal tem de dar um passo para trás para dar, depois... (lá para 2015?), dois passos para a frente". O Ministro das Finanças quantifica: um passo colossal para trás, dois pequenos passos para a frente, sabe-se lá quando...
Neste dia de GREVE GERAL, limitada à Função Pública e ou às empresas do Estado, Vítor Gaspar pode dar mais um passo: se os funcionários públicos ainda podem despender de um dia de salário ainda temos margem de manobra para dar um passo maior.

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23 novembro 2011

Jardim teima em fazer floreados



Na democracia da Madeira (das ilhas / as mais belas / e livres) um deputado vale por vinte e cinco.
A ser assim, a Assembleia Regional deveria ter somente dois deputados, um do partido do governo e outro da oposição. Poupava-se muito dinheiro para os festejos do ano novo...
Um país em contenção orçamental irá assistir ao esfalfar de muitos milhões de euros em fogo-de-artifício num Jardim que teima em fazer floreados.


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20 novembro 2011

Jamie Cullum


piano para quê...

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Os "favores" ruinosos do BPN.

DN, edição online, 20.11.11
Os "favores" ruinosos do BPN.
Começam a ser conhecidos os nomes de alguns “empreendedores de sucesso” do nosso país. A subida meteórica de alguns empresários (quase todos saídos da política) tinha por trás um Banco chamado, Oliveira Costa.
Os “favores” ruinosos do BPN levou-o à sua dissolução, falência. Os accionistas e devedores estão a sair incólumes (pelo menos financeiramente) deste buraco colossal que o BPN representa para o esforço financeiro exigido a todos os portugueses.
Urge fazer a árvore genealógica, uma espécie de estirpe financeira, para conhecermos os verdadeiros rostos do “caso BPN”.


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18 novembro 2011

É altura da "assunção" dos frangos com "cristas"...



Ficámos a saber que as crianças não devem comer fruta com IVA. É altura da "assunção" dos frangos com "cristas"...


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Duarte Lima prefere a justiça portuguesa



O advogado de Duarte Lima disse que "em Portugal o seu cliente está seguro"... e se lhe for dado a escolher prefere ser julgado em Portugal. Por que razão DL prefere a justiça portuguesa?


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17 novembro 2011

Julião Sarmento, Emma 18

Julião Sarmento, Emma 18, 1991.

Quadro exposto, actualmente, no CAM.

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"Neste quadro a representação dos corpos são fragmentos, a preto e branco, confundem-se com o fundo numa intenção de pôr a nu o jogo de significados entre o visível e o escondido, entre explícito e o implícito. A focalização num detalhe interrompido por essa fusão é um novo processo de erotização que começa, é como se o observador redesenhasse, na tela branca, as figurações ou as representações combinando-as no espaço ou na mente.
No dia em que a “mancha”, ocultar, destruir, chegar a essa depuração da essência ¾objecto de um fazer pintura¾ e aniquilar a figura: é a morte da pintura".




Extraído de um trabalho Pensamento Plástico, Mestrado, Teorias da Arte, FBAUL


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15 novembro 2011

"2012 será o princípio do fim da crise"


O Álvaro no seu melhor.
No debate na Assembleia da República o Ministro da Economia anunciou para 2012 o fim da crise. Mais tarde, emendou e disse que “no ano 2013 será o ponto recuperação da economia portuguesa”… mais tarde ainda arrependeu-se, rectificou, e proferiu uma frase enigmática: “em 2012 será o princípio do fim da crise”. Entenderam?
O ministro das finanças, Vitor Gaspar, deverá vir a terreiro explicar o que o Álvaro quis dizer: Portugal caiu num colossal buraco até 2013 e __________ por muitos anos ________ até ao princípio do fim da crise...


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14 novembro 2011

Mini mercados, super mercados e outras grandes superfícies



Existe um movimento europeu que se prepara para acabar com esta grande superfície, a Europa do euro. Há quem alvitre que o melhor seria um divórcio amigável. Os países hiperbóreos, símbolos da próspera superioridade, criavam um super mercado à dimensão da sua pujante economia e os pobres países do sul, depois de exauridos dos seus parcos haveres, limitar-se-iam a reencontrar o seu mini mercado tradicional.
Com a crise dos mercados financeiros, o regresso da economia portuguesa à sua origem, ao mini mercado, às feiras (tout court) não é descabido, nem é coisa que o não tivéssemos feito no passado. A nossa vasta experiência de mercadores e feirantes, vem de longa data e a fama de povo que não se governa nem se deixa governar, também. Coabitamos num país que já viu espraiar a riqueza das especiarias, do ouro do Brasil e dos Fundos europeus; materializada nalgumas obras de fachada sem continuidade na massa crítica portuguesa, nem no bem-estar duradouro.
Somos um país de feirantes claustrofóbicos desajustados do funcionamento dos minimercados, dos supermercados, mas adoramos as outras grandes superfícies.

Largo da Feira, Vidago

P.S. um dia regressaremos aos "mercados".
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Foto: recolhida do blog imagens de Vidago.

12 novembro 2011

Quentin Matsys, uma fealdade actual.



O Usurário e Sua Esposa, 1514


Quentin Matsys (Leuven, 1466 — Antuérpia, 1530)
Pintor Flamengo

Um dos grandes pintores do fim do século XV início do século XVI que se caracterizava por um grande sentimento religioso misturado de um realismo crítico patenteado nas formas grotescas apresentadas. Muitas das suas obras enfatizam a caricatura como forma de crítica exposta na expressão melancólica das figuras, nos gestos brutais dos carrascos ou na actividade usurária dos banqueiros.
O usurário e a sua mulher” não representa somente a actividade económica de um prestamista, ele é também uma sátira religiosa, pondo em confronto os mandamentos da Lei de Deus, que condenava a usura, representada no quadro pela Bíblia que a esposa atentamente folheia, e a bondade do trabalho do marido. As muitas obras de Quentin Matsys retratando as respeitáveis actividades de cambistas, ourives e banqueiros, eram acompanhadas de um sentido crítico que podemos adivinhar num dos seus retratos mais famosos: A Duquesa Feia, quiçá, o quadro mais conhecido do pintor. A improbabilidade deste retrato não ser verdadeiro, digo, corresponder à beleza retratada, é-nos sugerida pelo lado grotesco da pessoa representada que alguns historiadores atribuem a uma caricatura de Margareth, Condessa do Tirol. Será?...
A Duquesa feia, 1525/30


Em epílogo, fazendo um paralelismo com os acontecimentos vividos na União Europeia a arte de Quentin Matsys continua com uma fealdade actual…


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11 novembro 2011

seis onzes

comemoremos este palíndromo:
 são 11 horas, 11 minutos, e 11 segundos do dia 11, mês 11 e do ano dois mil e 11

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09 novembro 2011

La position démissionnaire



La Libre, uma publicação Belga traz na sua capa um título sugestivo para o momento vivido por Silvio Berlusconi.


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Alguém sabe onde param os “Mercados”?



As ondas sísmicas do terramoto grego atingiram a Itália. As taxas de juro da dívida italiana a dez anos passaram hoje a barreira dos 7%, um nível considerado insustentável. Noticia o Público que “nem a iminente demissão do primeiro-ministro Silvio Berlusconi parece suficiente para acalmar os mercados. Os juros italianos continuam a alcançar novos máximos e a taxa a dez anos passou já a barreira psicológica dos 7%”.
Depois da Grécia, da Irlanda, de Portugal e agora da Itália os “Mercados” voltam à carga ajoelhando a terceira maior economia europeia.

Fonte: Público

Mas quem é ou quem são os “Mercados”?
Que figura, que entidade, omnisciente e ao mesmo tempo arrebatadora é essa, que nos foge ao controle?
Alguém sabe o código postal dos mercados? (era meio caminho andado) …



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Tom Waits, heartattack and vine


Guardo religiosamente este disco... um grande artista, um grande compositor: Tom Waits


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08 novembro 2011

OE vai formoso e não (com) Seguro.



crédito

Orçamento Geral do Estado vai formoso e não (com) Seguro.
Depois do Presidente da República ter manifestado o seu desagrado quanto aos cortes dos subsídios de férias e de natal aos funcionários públicos para os próximos anos, eis que mais um peso pesado da política portuguesa e figura proeminente do PSD, Rui Rio, veio à liça defender o mais evidente: "entendo que aquela norma de cortar subsídios de natal e de férias só aos pensionistas e funcionários públicos é uma medida extraordinariamente injusta. Penaliza só alguns e ainda por cima os mesmos que, já este ano, levaram cortes que outros não levaram", considerou Rui Rio. E acrescentou: "imagine alguém que ganha 10 mil, 20 mil euros mensais, que só por não trabalhar na função pública não paga nada".
Parece óbvio, não há equidade. E para obtermos o mesmo resultado, no Orçamento de Estado, há diferentes políticas…
O que mais me espanta é a perplexidade da oposição, nomeadamente de Seguro, já que a esquerda panfletária apresenta-se com um gozo nos olhos apontando o dedo indicador em riste: - “eu não vos disse!”



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07 novembro 2011

Grécia: SIM ou Não?

Desenho de Martyn Turner, in The Irish Times


Um bom cartoon no Courrier diz tudo o que um referendo pode ser...

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06 novembro 2011

Fim dos paraísos fiscais


Um político _______ assegurou ontem que os países com paraísos fiscais que constem de uma lista, que vai ser publicada, serão "banidos da comunidade internacional". (sic)

"Não queremos paraísos fiscais. A mensagem é clara (...) os países que acolhem paraísos fiscais que encubram informação financeira serão banidos da comunidade internacional".
"Antigua e Barbuda, Barbados, Botswana, Brunei, Panamá, Seychelles, Trinidad e Tobago, Uruguai e Vanuatu não adoptaram um quadro jurídico adaptado à troca de informações fiscais", revelou, acrescentando que "a Suíça e o Liechtenstein ainda não se qualificaram" entre os países que adoptaram este quadro.
O _______________ precisou que o G20 procederá, em cada uma das suas cimeiras, a uma "publicação sistemática da lista dos países que não fazem o que é preciso para abandonar um comportamento inadmissível".
"Não estamos dispostos a tolerar isto", insistiu _______.
"O mundo já não é igual”.


A máscara grega de Sarkozy

Estou satisfeito com tal afirmação. Ou melhor, estou estupefacto que tais ideias tenham sido proferidas pela ala política mais conservadora. Lamento que o rumo apontado por uma "imensa minoria" tenha sido ignorado até ao momento.




Fonte da notícia: DN


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05 novembro 2011

Oscar Wilde




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"A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo.
Para ser popular é indispensável ser medíocre". Oscar Wilde


04 novembro 2011

Adivinha-se uma tragédia grega.

Dionísio, Louvre.

 “Para além do bem e do mal”(*)

O destino europeu assemelha-se à rota de um petroleiro grego em viagem de cruzeiro sem destino traçado. É tarde demais para mudar de direcção. E muito menos para fazê-lo parar. A colisão é eminente. E o comandante, embriagado, qual Dionísio rejubilando com o espectáculo político mundano, está à espera que a verdade lhe seja revelada.
Georgios Papandreou “para além do bem e do mal”, do verdadeiro e do falso,  necessita de celebrar a vida, como na tragédia grega. Esta personagem é apresentada como um tipo de homem que assumia o carácter trágico da vida, as suas contradições, os seus sofrimentos, os seus caprichos, sem lhe opor valores pretensamente su­periores que permitissem julgá-lo e condená-lo, mesmo nos seus aspectos mais chocantes, controversos e enigmáticos. Georgios Papandreou tem um papel difícil de representar. Já ninguém o ouve, dentro e fora da Grécia. Bem pelo contrário, o povo grego embora reconhecendo o carácter ameaçador da vida — o aterrador poder do destino — luta contra as adversidades e os ditames vindos de outros palcos. A Europa e os europeus tão ciosos da sua organização política e filosófica, tão prontos em evocar o berço da sua civilização, não aprenderam nada com Ésquilo ou Sófocles quando evocavam a apologia da vida, sem reservas, como uma forma de anuência superior e entusiasmo. A Europa é tão parca em acções solidárias e quando o é espera sempre recolher os seus dividendos. A solidariedade não pode ser uma palavra vã.
Os líderes europeus são prisioneiros do seu poder financeiro, que eles próprios cevaram até ao ponto de depauperação dos povos. Esta avidez sem limites levou alguns estados ao limite, não podendo cumprir com as obrigações financeiras contraídas: as “dívidas soberanas”.
Pasme-se na indignação de políticos e banqueiros que dizem que “nem nas dívidas soberanas se pode confiar no futuro”, tendo como adquirido o perdão de 50% da dívida grega. 
O desespero financeiro, em não querer perder o seu quinhão, colocará muita gente na penúria que é o seu próprio sustento, findo o qual, o sistema financeiro, se não encontrando outros pastos, entrará em autofagia criando uma instabilidade social. Numa altura de desnorte político é imperioso que os dirigentes europeus assumam que há mais vida para além do ter, é ser europeu. Assim, numa Comunidade -até por definição- existem objectivos comuns a alcançar e ninguém poderá ser abandonado.
Temo que este movimento entrópico (da criação/destruição) prevaleça à ganância humana.
Ainda vamos assistir à aclamação, na Praça Syntagma, da consciência europeia assente na crença vigorosa de que a vida é a uni­dade da criação e da destruição, da dor e da satisfação, da morte e da vida, em suma, naquilo em que os gregos apelidavam de visão dionisíaca da vida.
Adivinha-se uma tragédia grega.


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(*) F. Nietzsche, Para Além do Bem e do Mal, publicado em 1886, nasceu de reflexões e anotações de Nietzsche, durante a composição de Assim Falou Zaratustra, e inicia uma nova fase literário-filosófica do autor, a sua fase de negação e destruição.



03 novembro 2011

Terry Rodgers


The ABC's of Living | 2010 | 183cm x 244cm | oil on linen
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Para conhecer melhor este artista (Terry Rodgers)


02 novembro 2011

E agora a Europa vê-se grega.




E agora a Europa vê-se grega.
O primeiro-ministro, George Papandreou, anunciou segunda-feira que irá referendar o acordo feito com a União Europeia e com o FMI sobre a dívida soberana da Grécia. O voto "será vinculativo" e se o povo grego disser "Não" ao acordo feito com os parceiros europeus, este não será promulgado. A notícia de um referendo caiu como uma bomba nos parceiros da Zona Euro, que temem o incumprimento por parte da Grécia e as suas insondáveis consequências nefastas para o sistema financeiro da UE que deixará o sistema bancário europeu e as economias regionais em risco de uma nova crise.
Os políticos europeus entraram em pânico com a possibilidade do “Não” vencer e por consequência a queda da moeda europeia. E já há políticos, democratas, a dizer que haverá tantos referendos quantos forem necessários para o “Sim” vencer: obrigando o povo grego à penúria, à indigência, à caridade dos pançudos mercados financeiros. Quantos países, quantos estados, quantas pessoas, serão precisos serem sacrificados para que os políticos, de uma vez por todas, encontrem uma saída para a crise?
O perdão TOTAL das dívidas soberanas da Zona Euro deverá ser o caminho encontrado e o controlo, doravante, dos orçamentos “regionais” deverão caber às instâncias europeias eleitas democraticamente: uma via para o FEDERALISMO.
Se assim não for, chegou a hora de os gregos, portugueses, irlandeses, italianos, espanhóis… dizer: Não pagamos!?






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