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03 janeiro 2012

O conto do vigário


Mira amaral comprou o defunto BPN e afirmou que os prejuízos vão ser pagos por todos nós...


Segundo o JN, “durante um ano, uma instituição religiosa de Fátima entregou 3,5 milhões de euros a um gestor do BPN que prometia juros superiores aos dos depósitos a prazo. Só que, afinal, o dinheiro foi desviado e perdido na Bolsa”.
“A condenação do BPN foi decidida pelos juízes do Supremo Tribunal de Justiça, numa acção cível. Estes consideram que o Instituto Missionário da Consolata tem direito a receber tudo aquilo que entregou ao gestor bancário Leonel Gordo, de 46 anos, entre 2004 e 2005, em cheques mas também em dinheiro vivo, para investimentos especulativos e de alto risco”. O Estado, o vigarizado, vai agora pagar tudo.
Moral da história: o vigarista vigarizou o vigário e o vigarizado vai ter que pagar ao vigário…