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28 julho 2013

Papa Francisco


Papa Francisco compreende e dá o seu apoio moral aos "numerosos" jovens que não confiam nas instituições políticas. Jesus “se une aos numerosos jovens que não confiam nas instituições políticas, porque vêem egoísmo e corrupção”.
“Os jovens nas ruas querem ser actores de mudança. Por favor, não deixem que sejam os outros os actores da mudança. Não fiquem à margem da vida”…
“O vosso jovem coração quer construir um mundo melhor. Sigo as notícias do mundo e vejo tantos jovens que saem à rua para exprimir o seu desejo de uma civilização mais justa e fraterna”.  (citações do Papa Francisco)


Papa exorta, apela aos indignados para que mudem o estado das coisas. A revolução ética virá da Igreja?

27 julho 2013

"É como brincar aos pobrezinhos."

Revista, supl. Expresso, 27/07/2013.
Há 20 anos, Cristina [Espírito Santo] comprou uma casa a um arrozeiro [na Comporta]. "Apenas lhe fiz melhorias. [...] Mantive a simplicidade original." Diz meio a brincar que ali se vive em estado puro. "É como brincar aos pobrezinhos."

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no comment

22 julho 2013

António Carvalho

Sondagem, JN
Cavaco nunca se engana. Passos é obstinado com a austeridade. E Portas anda dissimulado no Governo. Assim, o trabalho de alguns candidatos às autarquias fica limitado. Asseguro-vos, porque me corre nas veias, que António Carvalho é o melhor candidato à Câmara de Vila Real.

21 julho 2013

”eu vi um sapo, um grande sapo”.



Passos foi o grande vencedor desta sórdida proposta do Presidente da República para sairmos da crise política. O barítono falou grosso lá para o lado de Belém: “Não me demito”, “não aceito a demissão de Paulo Portas” e o “meu caminho está traçado”…

Depois da declaração (previsível) do Presidente da República (hoje) de que o Governo, e ou o novo Governo a ser proposto por Passos, vai até ao final do mandato, Cavaco engoliu um sapo. Passos tem em cima da mesa mais um sapo de 4,7 mil milhões (cortes nas pensões e despedimentos na Função Pública) para Paulo Portas. Assim, é SEGURO que o último sapo está para vir…

20 julho 2013

Cavaco foi às selvagens, anilhou uma cagarra e engoliu um sapo.



Cavaco foi às selvagens, anilhou uma cagarra e engoliu um sapo.


01.07.13.
Vítor Gaspar demitiu-se por achar que a política de austeridade, defendida por ele e por Passos Coelho, não ter dado resultado.
Paulo Portas pediu a demissão (irrevogável) por não concordar com o rumo da governação: quer com a liderança, quer com a nomeação da nova ministra das finanças que personifica a política de Passos Coelho - austeridade.
Passos Coelho não aceita a demissão de Portas e mantém Maria Luís Albuquerque, empossada no cargo de Ministra das Finanças pelo Presidente da República, como a nova figura da austeridade.
A maioria cambaleou e Passos reformula o Governo dando mais poderes a Portas.
Cavaco mostra-se agastado com a situação política, com a falta de credibilidade da maioria governativa, e propõe uma negociação entre os partidos que subscreveram o memorando da troika (PS, PSD e CDS) prometendo eleições antecipadas (para Julho de 2014).
Uma Maioria, um Governo e um Presidente (o sonho da direita) precisava de negociar com o PS para quê? E se houvesse um acordo, supostamente estável, haveria eleições antecipadas porquê?
Ninguém conseguiu ler o alcance da proposta de Cavaco.
Cavaco jogou tudo na demissão de Passos Coelho, achincalhando-o, ridicularizando-o, atingindo-o na sua dignidade política; mas Passos não cedeu (não se mostrou incomodado). O Primeiro-Ministro, agora reforçado com o voto da maioria parlamentar, após a reprovação da moção de censura ao Governo por parte dos Verdes, vai fazer com que o Presidente da República engula um sapo.
Cavaco não tem outra saída: dar posse ao novo elenco governativo proposto por Passos/Portas.


sardinhas

19 julho 2013

Detroit

"Billions in Debt, Detroit Tumbles Into Insolvency" NYT
DETROIT o berço da indústria automóvel norte-americana, que foi fundada há mais de 300 anos, não consegue sair do poço de dívidas.
«Em 2009, a Administração Obama ajudou financeiramente a salvar dois dos grandes nomes da indústria automóvel de Detroit, a General Motors e a Chrysler. Mas desta vez, a Casa Branca não pôs dinheiro à disposição do município para tentar inverter uma situação financeira cuja gravidade fica patente no défice orçamental anual de 100 milhões de dólares.» in Público

17 julho 2013

12 julho 2013

“(…) ficar no Governo seria um acto de dissimulação.”

Paulo Portas
Nota: para a história fica aqui o retrato do Ministro dos Negócios Estrangeiros que se demitiu irrevogavelmente pois "ficar no Governo seria um acto de dissimulação".

11 julho 2013

“Governo de Salvação Nacional”


Há um irrevogável primeiro-ministro que o deixou de o ser. E há um ministro dissimulado de vice-primeiro-ministro que é dos negócios estrangeiros. Para um melhor esclarecimento político Cavaco Silva quer a apólice de Seguro para um “Governo de Salvação Nacional”: Passos/Paulo/Seguro.




e assim vão as "fraldas" da política nacional...

10 julho 2013

Salvação nacional


O Presidente da República não convoca eleições antecipadas alegando os prejuízos que daí poderiam advir: os mercados não compreenderiam um período indefinido sem Governo. Ameaça com eleições no próximo ano; pede um acordo consensual entre os três partidos chamados do arco da governação. O que Cavaco Silva acaba de fazer foi de “demitir” o actual governo de Passos Coelho conferindo-lhe o papel de um governo de gestão até junho de 2014.
CRISE!?

Cavaco acaba de dar a estocada final na sua credibilidade nacional… Cavaco tem dó! (se houver mercados atentos amanhã veremos o seu curso...)

07 julho 2013

As epístolas Irrevogáveis.



Podemos ter chegado ao fim deste regime democrático se as instituições que o sustentam não forem eficazes e defensoras de uma ética republicana. O que se passou nesta última semana foi demasiado ultrajante para todos os democratas. Enviaram-se epístolas irrevogáveis, ficou-se a conhecer o carácter de alguns políticos. Mas não só. A carta de demissão do ministro das finanças, Vítor Gaspar, confessando a incompetência das medidas de austeridade implementadas, atinge no âmago toda a política do Governo de Passos Coelho. Dois anos passados, dois anos de apelo à austeridade como forma de expiação da nossa existência como povo foram, agora, atestados por falta de credibilidade pelos indefectíveis mentores. Poderia ser interpretado como virtuoso o reconhecimento dos erros político e económicos cometidos, mas a missiva de Vítor Gaspar acusando Passos Coelho de falta de liderança, “sabedoria e coragem aliadas com desinteresse próprio” não deixa margem para dúvidas: sai porque este Governo não é credível.
Paulo Portas entendeu. Adiantou-se. Avançou tanto que ultrapassou os seus pares, demitindo-se. Mas pior do que o seu acto demissionário é a pirueta política que Paulo Portas foi obrigado.
Toda a novela à volta de Paulo Portas não passaria de um distrate se Passos Coelho não lhe conferisse mais poder na proposta do renovado Governo a apresentar ao Presidente da República. Digamos que um ministro que se demite, irrevogavelmente, defendendo que a permanência neste Governo não passará de uma “dissimulação”, porque obedece à sua consciência, não será credível para a maioria dos portugueses. Falta a palavra epistolar do Presidente da República…
Digamos que nos resta, para bem de todos nós, que a palavra seja o último reduto da credibilidade democrática.

04 julho 2013

Nem Passos bate com a porta, nem Portas se fecha irrevogavelmente




Após reunião do Conselho de Ministros Passos e Portas estão reunidos. Um ministro, que já o não é –supostamente-, negoceia a "credibilidade do Governo" impondo algumas condições: alguns nomes do CDS para outras tantas pastas governativas. Prognostico que Portas sai do Governo, pois não quer ter o ónus de fazer a “reforma do estado” e assim resguardar-se para o fim-de-semana (no congresso do CDS) poder aprovar a sua moção contrária às políticas do Governo...
De Demissão irrevogável a uma Perseverança apelável, Paulo Portas demonstra o seu astuto político sem carácter.

02 julho 2013

Cavaco não demite o Governo

Todos nós estamos lembrados daquela pessoa, que nunca se engana e que nunca tem dúvidas, Cavaco Silva, agendando um Conselho de Estado para o “não-debate”: “temos que começar a pensar no pós-troika”. Cavaco, o visionário, andava preocupado com o futuro descurando o presente. Numa altura em que assistimos a uma autofagia governativa, de pedidos de demissão sucessivos das mais altas personagens do Governo de Passos Coelho, o Presidente da República assiste a esta pantomina política hipotecando a vida dos portugueses. Cavaco Silva, no dia de hoje, é o grande perdedor revelando o seu lado quixotesco de um homem incapaz de enxergar as questões presentes.