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ethos

Após alguma reflexão e análise feita ao nosso sistema político e organizacional do estado e dos estados no âmbito da nossa integração na União Europeia assisto ao colapso da política e das políticas, ao fim das ideologias e ao paradoxo da globalização.
Estaremos nós a caminho do fim da Democracia tal qual a conhecemos?
Nos anos 80 sustentei que o fim das ideologias daria lugar à moral da política, do saber fazer, do carácter, ou seja, do ethos (grego) que se caracteriza por um conjunto de hábitos e acções que visam o bem comum de determinada comunidade. A assumpção de uma ética política ao serviço do bem comum confere-lhe legitimidade, assim como reforça a solideriedade entre as regiões, entre os povos, assentes numa cultura que os identifica. Ser solidário é manter e reforçar a união da nossa família, da nossa naturalidade, da nossa nacionalidade e da nossa comunidade que será o imperativo último da nossa existência comum (UE).

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